40 Anos UBRAFE

10 Rio de Janeiro, que celebrou os 100 anos da independência e mostrou o país como uma nação moderna, com pavilhões de vários países e eventos marcantes como a primeira transmissão de rádio. O evento aconteceu em uma área extensa no centro da cidade, e transformou a paisagem urbana da capital da época, estendendo-se da região do Palácio Monroe, na Cinelândia, até a Praça XV e a Praça Mauá. A área incluía os terrenos do antigo arsenal de guerra e a região que resultou do aterramento do Morro do Castelo, que foi demolido para a construção da infraestrutura. A velha República estava em polvorosa com a novidade. Inúmerospavilhões temporários foram erguidos para abrigar exposições de diversospaíses e setoresdaeconomia. Alguns edifícios remanescentes ainda existem e têm novas funções, como o Pavilhão da França, que abriga a Academia Brasileira de Letras, e o Palácio das Indústrias, atual Museu Histórico Nacional. Ainda assim, o conceito moderno de feira de negócios — com planejamento estratégico, pavilhões estruturados e foco setorial — só se consolidou décadas depois. Panorama da Exposição Internacional de 1922, embaixo o Pavilhão das Indústrias, atual Museu Histórico Nacional, do lado direito o Pavilhão de Festas. Acervo Instituto Moreira Salles (IMS). Avenida das Nações, com os Pavilhões dos 14 países. Por Núcleo de digitalização Instituto Moreira Salles (IMS), Domínio público. Exposição Internacional de 1922, ao fundo a demolição do Morro do Castelo, o Pavilhão das Indústrias, atual Museu Histórico Nacional, à direita. Acervo do Instituto Moreira Salles (IMS).

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